Flesh and Blood

Review

Flesh and Blood - Análise dos Banimentos de 27 de outubro

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Um novo anúncio de banidas e restritas foi lançado pela LSS. Vamos analisar quais foram as mudanças e o porquê de um anúncio tão rápido e tão próximo da última atualização!

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revisado por Tabata Marques

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Os banimentos de outubro

De maneira inesperada e objetiva, a LSS anunciou mais uma mudança na lista de banidas e restritas em menos de um mês, trazendo uma mudança somente para o Living Legend.

As seguintes cartas foram alteradas no Living Legend:

- Deadwood Dirge (1) está restrito;

- Rosetta Thorn está banida;

Alvo nos Runeblades

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Na última atualização de banidas e restritas, Deadwood Dirge (1) havia deixado de ser restrita com a justificativa de tornar o Armory Deck de Viserai jogável (uma vez que o pré-construído possui três cópias da carta), mas claramente isso foi um erro. Não é exagero dizer que Deadwood é uma espécie de Dark Ritual (uma carta de Magic: the Gathering que gera três manas pretas) e possibilita jogadas muito fortes em conjunto com Bloodsheath Skeleta e a mecânica de Rune Gate.

Chane, Bound by Shadow e Viserai, Rune Blood faziam um uso abusivo da Non-attack Action. Apesar do custo de destruir uma Aura, isso era irrelevante uma vez que esses Runeblades criam Auras através de suas habilidades.

Apesar de Warmonger’s Diplomacy voltar ao competitivo, parece que o efeito foi nulo. A classe Runeblade continuava muito forte e algo precisava ser feito. Para isso, sua melhor arma também foi banida: Rosetta Thorn.

Rosetta é considerada, por muitos, como a melhor arma que o Flesh and Blood já viu. Em um dos meus primeiros artigos para a Cards Realm, escrevi o seguinte sobre ela:

“Por apenas um recurso, essa arma tem a capacidade de bater quatro, contudo, esses quatro de dano são divididos em dois da própria arma e dois de dano arcano, fazendo com que o oponente, caso deseje bloquear totalmente esses danos, precise bloquear a arma e ainda prevenir dois de dano arcano de alguma maneira (...). Essa capacidade da arma de causar dano dividido e a ineficiência gerada de bloquear esse dano fazem com que ela seja necessária para qualquer um que queira jogar de Runeblade.”

- Rafael de Melo

Desses anos para cá, muitas coisas mudaram: ela foi banida do Commoner, nasceu banida no Silver Age (ou conhecido inicialmente como Project Blue) e agora vê seu fim no Living Legend, mostrando que seu custo-benefício e seu poder de ataque foram demais para o jogo.

Conclusão

Estamos a apenas duas semanas do torneio mais importante do ano: o Mundial. Diferente do ano passado, não teremos o formato selado, e sim o Living Legend em seu lugar. Isso desagradou muitos jogadores pela posição da empresa de tirar o formato de um status de “formato casual” para “formato do mais alto nível competitivo”. Mas esse problema seria menos amargo se o formato estivesse balanceado e com diversas opções competitivas; o que não é o caso.

A sucessão de erros da empresa perante o formato está “sujando seu nome na praça”: Banimentos sem aviso prévio em um curto espaço de tempo, escolhas de cartas que, para alguns, não são assertivas, e mudanças tão perto do mundial desagradaram grande parte dos jogadores que pretendem jogar esse torneio.

A próxima atualização ocorrerá dia 15/12 - semanas antes da temporada de Road to Nationals e a primeira temporada competitiva de 2026.

E você, o que achou da lista de banidas? A empresa está muito agressiva nas atualizações? Ou é melhor prevenir do que remediar?

Obrigado por ler até aqui e até a próxima.